sexta-feira, 30 de setembro de 2016

"How could an angel break my heart"


'I wish I didn't wish so hard'

“Todo mundo tem problemas”, essa frase clichê simpática nunca me convenceu.
- Ow, mulher, eu tô passando por tanto problema.
- Eu também. Não está sendo fácil.
É muito cômodo fazer a 'Kátia Cega', né?
(Para quem não conhece, a Kátia cantava a música “Não está sendo fácil” na década de 90. Há quem diga que ela é parente do Roberto Carlos... Olha ela aí embaixo.)




O que é empatia?
- Ow, mulher, eu tô com tanto problema...
- Eu também, mulher. Você tá precisando conversar? Vamo sair? Vamo tentar se ajudar? Quando você pode?

SIMPATIA = Sinto muito por você; EMPATIA = Tamo junto


Entendeu?

Eu sofro muitas críticas por ser um tanto permissiva e aguentar algumas coisas que se colocaram contra mim através de amigos, em determinadas situações, e perdoá-los, mas não posso terminar uma relação só porque o outro cometeu um erro. Não posso apagar todos os acertos por isso. Eu luto pela pessoa até o fim. Até o momento que a relação se torna tóxica para mim, então é hora de dizer ‘adeus’.

Quem nunca teve um amigo, um amigo mesmo, de verdade, não sabe o que é ficar no prego e ligar para um; não sabe o que é passar mal e esperar o amigo sair da Washington Soares e ir pro Benfica para te levar ao hospital, te deixar em casa, no Mondubim, depois e voltar para casa (na Washington Soares) de ônibus; não sabe o que é ser assaltado, ligar para o amigo e ele dizer: “Me diz aonde você está que eu vou agora te encontrar”; não sabe o que é dizer: “Amigo, to mal...” e chorar, e meia hora depois estar no colo do amigo.

Todo mundo tem responsabilidades, TODO-MUNDO-TEM, mas ser amigo não é dar o que resta, é doar o que te faz falta, porque o teu amigo nunca é perda de tempo, é ganho de vida. Ser amigo é ir para a festa para acompanhar, mesmo que deteste a porra da música ou das pessoas (ou os dois). É largar tudo o que está fazendo porque você sentiu que o “tô bem” dele ao telefone, soou falso, ele só não queria te preocupar. Mas a gente sabe... A gente sente. É o amigo te contar os problemas que está tendo, sei lá, com a mãe, com o pai, e você estar todo arrumado para ir se divertir, mas espera ele terminar, porque você vai ficar sem internet quando sair e não quer deixá-lo na mão. É só sair de perto do amigo quando o coração cheio dele estiver (quase) vazio ou esperá-lo encher-se novamente, mas de paz e calmaria, não mais de tristeza ou amargura. É você deixar ele pensar que tem algum mérito na conquista que acha que foi somente dele e ouvi-lo cantar vitória (mas ele não sabe que por trás de tudo tem dedo seu, que você pediu por ele, deu visibilidade a ele. Mas o verdadeiro amigo não precisa que ele saiba disso, porque você fica feliz com a felicidade dele).

Se algum de vocês nunca saiu da zona de conforto por ninguém, você não sabe o que é ser amigo. O beijo, o sexo, os prazeres são benefícios que temos por termos amigos que se atraem e possuem maturidade para isso (falo para quem quer relações sérias ou amizades coloridas). Esses bônus somente terão valor se, antes de tudo, por traz de qualquer cortina, se encontrar o amigo, o diálogo, a verdade, a sinceridade e o respeito.

Existem situações em que a simpatia já foi transmutada em insensibilidade. A gente aprende com o outro, ouvindo o outro, estando com o outro, olhando para o outro, ENXERGANDO o outro, a necessidade do outro. É muito difícil manter um relacionamento se você só se doa, se entrega e nunca recebe nada de volta. Ou pior: uma relação onde você sempre está “in second place”, não importa o que você faça, nada é suficiente para o outro te enxergar. Quem treinou como titular jamais aceitará estar na reserva.

O que quero dizer, para encerrar, é que a gente morre de falar reclamando que a Joana não gosta, que a Joana não quer, que a Joana trata mal, que a Joana não dá valor, que a Joana briga por tudo, que a Joana quer sempre arranjar uma desculpa para terminar..., mas não percebe que a Alice (sabe a Alice?) está lá em Wonderland, esperando você acordar para a vida e sair de Neverland, crescer e ENXERGAR que só quem te merece é quem dá valor a você em qualquer circunstância, de qualquer jeito, aceitando ‘aquele amor à sua maneira’.


Somos todos a gente, somos todos Joanas, somos todos Alices. Agora, até quando? É, chegou a hora de escolher e escolher o que nos faz bem antes de tudo, os que nos ENXERGAM de verdade. Chegou a hora de sermos Alices para as nossas Alices.


I heard he sang a lullaby
I heard he sang it from his heart
When I found out thought I would die
Because that lullaby was mine
I heard he sealed it with a kiss
He gently kissed her cherry lips
I found that so hard to believe
Because his kiss belonged to me

How could an angel break my heart
Why didn't he catch my falling star
I wish I didn't wish so hard
Maybe I wished our love apart
How could an angel break my heart

I heard her face was white as rain
Soft as a rose that blooms in May
He keeps her picture in a frame
And when he sleeps he calls her name
I wonder if she makes him smile
The way he used to smile at me
I hope she doesn't make him laugh
Because his laugh belongs to me

How could an angel break my heart
Why didn't he catch my falling star
I wish I didn't wish so hard
Maybe I wish our love apart
How could an angel break my heart

Oh my soul is dying, it's crying
I'm trying to understand
Please help me

How could an angel break my heart
Why didn't he catch my falling star
I wish I didn't wish so hard
Maybe I wished our love apart
How could an angel break my heart

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Anjos



Ouvi uma vez, no Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert dizer: I don’t need love you to prove that I love myself (Eu não preciso amar você pra provar que amo a mim mesma). Essa frase, para mim, é uma verdade universal. Nunca acreditei que precisamos prender alguém em nenhuma circunstância, principalmente quando existe amor, respeito e confiança.
Não acredito em relacionamentos que não se baseiam em confiança mútua. Não acredito em relação alguma em que você precise jogar, muito menos naquelas em que você precisa interpretar, deixar de ser quem você é porque tem medo do que o outro vai pensar. E como eu estou cansada desse tipo de relação. Como isso me exaure.
Entendo o quão boas são algumas pessoas que passam na nossa vida, o quão interessantes elas são e como queremos, muitas vezes, que elas permaneçam, mas isso não nos compete. Repetindo o que eu disse em outro post, criar expectativas é normal! Se apegar é essencial! Não quero uma vida sem sentido, sem sentimento. A expectativa que eu crio com relação a qualquer coisa da minha vida é somente minha, não preciso dar satisfação disso a ninguém, porque ninguém quebra minha expectativa, ela se quebra, por si só e ninguém, ninguém é responsável por isso.
Eu sempre procurei respeitar a vontade de todos os meus amigos, respeitar o ser humano em si, mas aprendi a respeitar a mim mesma e ao meu limite, e a não tolerar nada que invada a minha perspectiva de espaço. Eu sou uma pessoa que gosta de ajudar, sou carinhosa, sou exatamente isso o que se vê e me sinto extremamente incomodada em não saber como agir porque tenho medo do que os outros vão pensar. Poxa!
Estou cansada de viver fechada num esquife sem poder sentir nada, sem poder fazer nada do que quero, só remoendo todas as vezes que eu pensei “e se...”. E se tivesse sido diferente, e se tivesse feito diferente, e se tivesse falado, se tivesse tentado, se ... se... se... Não quero esse estigma de “ses”. Eu posso, verdadeiramente, encarar a vida de frente dizer que eu me expus, eu não tive medo de ser eu mesma, de tentar, de me abrir.

E se houver sentimento? O que é que tem? E se não houver? E daí? E se sim, e se não? Pra quê tanto “se”? Pra quê tantas ressalvas? Não adianta viver pensando na morte se nem se vive. Eu quero acordar de manhã e respirar o ar puro e sentir a brisa fria no meu rosto, e se o dia que isso acontecer for o dia do nascimento de um filho, que bom! Vivi dia após dia, sem querer pular etapas, sem querer forçar nada. Vivi. Eu vivi. Se eu não posso viver com quem eu desejo, paciência. Como eu já falei: não se deve ter medo de ensinar a voar, o amor não é uma âncora, o amor são asas e é voando que se aprende a voltar pro lar. Que voe. E que volte, se assim desejar. E que eu esteja aqui, ainda... E que eu ainda seja a mesma... E que eu ainda seja suficiente.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Adeus você.




Adeus você
Los Hermanos


Adeus você.
Eu hoje vou pro lado de lá.
Eu  levando tudo de mim que é pra não ter razão pra chorar.
 se te alimenta e não pensa que eu fui por não te amar.
Cuida do teu pra que ninguém te jogue no chão.
Procure dividir-se em alguém, procure-me em qualquer confusão.
Levanta e te sustenta e não pensa que eu fui por não te amar. 

Quero ver você maior, meu bem.
Pra que minha vida siga a diante.
Pra que minha vida siga a diante. 

Adeus você. 
Não venha mais me negacear. 
Teu choro não me faz desistir, teu riso não me faz reclinar. 
Acalma essa tormenta e te aguenta, que eu vou pro meu lugar. 

É bom, às vezes, se perder sem ter porque, sem ter razão. 
É um dom saber envaidecer, por si, saber mudar de  tom. 
Quero não saber de cor, também... 

Para que minha vida siga adiante.

Adeus, você...

domingo, 11 de setembro de 2016

Someday we'll know...





Esta é a primeira postagem de Setembro, porque tive uns compromissos a cumprir no início do mês e precisei me ausentar do blog. Será um retorno breve por conta do cansaço desse final de semana, mas logo uma nova postagem será publicada.
Boa semana a todos e curtam o vídeo abaixo:

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Não é(ra) um bem-querer qualquer...


                        
Há uns 15 anos, na época que o crush nem crush era, eu gostei de um garotinho da escola, da sala vizinha, e era tão legal isso! Éramos muito amigos, saíamos, conversávamos, tínhamos os mesmos amigos, era muito confortável e conveniente, e era claro o interesse dos dois. Enfim, eu não vou expor em detalhes os acontecimentos, mas essa história me fez prometer para mim mesma que eu jamais expressaria meus sentimentos novamente. E assim eu fiz... até hoje. Foi uma situação tão embaraçosa que eu guardei isso por tantos anos, e somente dois psicólogos souberam e tentaram trabalhar minha cabeça, eu me abri mais e acabei comentando com outras pessoas também.
Eu tenho meus defeitos, sou humana, e como sou; sou mais defeitos que inverdades. Em muitos momentos eu não enxergo nada de bom em mim. Eu só me torno uma pessoa melhor quando me disponho a ajudar os outros. Eu sinto raiva, inveja, ciúme, todas as coisas ruins, não num nível patológico, mas como um ser humano normal, sinto, sim. Tudo isso eu guardo para mim e peço a Deus que me modifique.
Como igualmente terrível, como os sentimentos já mencionados, assim, para mim, é o amor: Uma coisa muito ruim. Não consigo ser eu mesma, não consigo me desviar disso e acabo numa rede bem construída de mentiras e crueldade.
A minha capacidade de sentir está intacta. Eu sou capaz de amar e amar muito, e por muito tempo, suportar muita coisa, às vezes eu consigo demonstrar, deixar no ar, mas nunca, jamais serei capaz de falar. Pior ainda, além de nunca admitir, quando questionada, ainda nego, piamente, e convenço, seriamente.
Eu tenho dificuldade de lidar com sentimentos, de falar sobre sentimentos e, por isso, prefiro me manter distante e sair da zona de confronto entre as relações. Não sei lidar com isso e detesto discutir relação. Assumo. Essa sou eu e não posso deixar de ser quem sou.
Sinto muito por isso. Sinto muito por você e por mim. Sinto muito por tudo. O grande problema é exatamente isso... Sentir demais.
Hoje, conversando com dois amigos, vi que já é hora de realmente cair na real e me cuidar mesmo. Não adianta a gente sofrer e se abandonar por quem só nos dá valor da boca para fora. Dá boca pra fora todo mundo é o que quer... Doer vai sempre doer, mas pior que a dor de ter a certeza que “foi tempo perdido” e não somos mais tão jovens, não há.
É muito triste e dolorosa uma situação na qual não existe compreensão, tolerância e nem flexibilidade; ambas as partes estão feridas e desgastadas, uma há mais tempo (bem mais), outra há menos. A liberdade que se dá a uma pessoa é algo muito delicado, porque às vezes as pessoas te dão um direito e depois querem tomá-lo de volta. O fato de você ter liberdade não te dá o direito de humilhar, pisar, piorar feridas ainda abertas.
É doloroso saber que muitos dos que a gente deu valor, às vezes mais do que mereciam, não nos acham “decentes” suficiente, ou encontram, no meio de sua raiva potencializada e inflamada por outras palavras, um desperto descontrole e  desequilíbrio emocional. É difícil. Dói amar. Amar... dói. O bom disso tudo é que desamar pode ser um processo bem mais complicado, mas uma vez desamado, amado não mais será.
Amar é uma decisão, tomada com consciência e firmeza. Desamar também é uma decisão... tomada pela circunstância e pelo desespero de não mais sofrer.
Sei que muita gente me quer de volta, eu também me quero. Não estou feliz como estou hoje. Mas agir de forma a me pressionar e a me deixar pior não é bem o que eu chamaria de bem-querer.
Bem-querer é calar pra não magoar.
Bem-querer é abrir mão pra não perturbar.
Bem-querer é sofrer e silenciar.
Bem-querer é apagar quantas velas forem, ano após ano, guardando no mais profundo do seu coração uma dor e não deixar ninguém saber.
Bem-querer é cativar mesmo sabendo que não vai ter nada em troca.
Bem-querer é estar sempre lá.
Bem-querer é engolir dia após dia uma história que te mata por dentro a cada segundo e, ainda assim, segurar a onda quando te chamam de egoísta... o teu próprio bem-querer.
Bem-querer é ganhar a permissão pra falar o que quiser e falar mesmo, jogar tudo o que se sente e perceber que o outro não tem maturidade para lidar com o próprio pedido, e resguardar-se. E desculpar-se... Esse é o bem-querer.
É nunca ser indecente e ainda assim acatar essa exigência de outrem e calar e desculpar-se e morrer um pouco mais, e de novo... e ir além. Esse é o bem-querer.
Discutir, o bem-querer não discute, ele pede perdão e se ajoelha. Ele interpreta o que sabe e pensa que o outro não vai mesmo aguentar o que você tem a dizer... Ele pede perdão mesmo, e, ao mesmo tempo, tenta se perdoar por machucar tanto a si mesmo em prol de um bem que ele achava ser maior... até perceber que não é.
Um bem-querer não pode ser solitário. Ele precisa ser bem quisto também. E é difícil, olha, Deus, como é difícil ser querido nesse mundo de meu Deus. Como é difícil engolir todas as vezes que já se ajudou por trás, sem ninguém saber, como é difícil não jogar na cara (ou no ventilador) todas as palavras que você sabe que o bem-querer escolhido merece ouvir, e MERECE MESMO! Aquele bem-querer malvado e cruel que reclama dos teus pitís e não percebe que a própria reclamação já é um reflexo do que ele mesmo faz. Aquele bem-querer que não percebe o ciúme por trás da cobrança e prefere jogar pesado e põe na balança todo o grito horrorizado que chega aos ouvidos assustados de quem esperava somente uma única coisa: amor.
É, não é um bem-querer qualquer... É amor.
Era.
         
          ***

... E, bem-querer, tu vais saber, tu vais sentir... Ah, vais.

Pena que vai ser tarde demais pra ti.

*** 
Porque doeu ouvir de ti, mas isso vai passar no meu coração, um dia passa. Mas a boca que proferiu é a que mais se fere com as próprias palavras.



segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Sem rodeios

Sem rodeios hoje e digitando direto do celular, sem direito a reflexão, ou correções, desativei meu Facebook, mais uma vez, pois nem nas nossas próprias redes estamos seguros.

As pessoas nos dão liberdade pra agirmos como nós mesmos e depois nos cobram que sejamos alguém que não somos.

Eu me desprendi de mim... eu me perdi de mim e não sei mais como recolher os pedaços da minha vida. E eu sei que, por escolha própria, eu vou ter que fazer isso sozinha. 

Não consigo dormir, mesmo depois de inúmeras tentativas. Vendo o mesmo filme idiota pela enésima vez. Previsível, always, previsível.

Pela primeira posso dizer que nada do que eu escrever hoje vai acalentar meu coração, melhorar minha dor de cabeça ou me fazer parar de chorar. É uma noite perdida... E eu mereci mesmo ouvir cada palavra. Eu mereci tudo.

Eu mereci.



quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Enganado coração...



Então, é melhor eu me manter aqui. Eu sei que é difícil estar aqui, mas pior mesmo é estar aí sozinha.
Eu sinto latejar no peito a força da ausência. Ausência essa propositalmente causada para o bem... de alguém.
Não saber lidar é normal, não tentar conseguir é idiotice.

***

Pois,

É um querer que não quer ser querido.
“É um contentamento descontente”.
São incoerências de corações partidos...
Incondizentes com o que a cabeça sente.
Não sou dessas de ir e voltar, mas me volto sempre a olhar para trás, e percebo a chama do amor congelado nos olhos que não enxergo mais...
Serão lágrimas mesmo as que vejo? Ou serão mentiras mal elaboradas de um desejo de não perder aquilo que não se assume ter?
Um querimento irremediavelmente incontestável quando as palavras são contrárias aos movimentos.
Confunde e difunde o impenetrável. O sentimento que não permite abalos.
O controle de si e do outro, daquele que bate por um ou por poucos.
Ah, coração cego... Vaga, vaga pela multidão atrás de um olhar secreto disperso na escuridão...
Ah, coração dolorido... Reza pelo sofrimento, torce, já arrependido, para o amor que diz que sente sofrer, para, assim, deixar de ser sentido, sem necessidade, portanto, de ser assumido ao objeto do seu bem-querer.

Mentes, sabido, mentes para ti mesmo. Enganas-te no padecer e, quando tiveres percebido, foi-se embora, comprometido, o teu terno amanhecer.
Perdeste. De qualquer jeito. Perdeste.
E aqueles que te gostam e perceberam tuas lástimas os olhos te abriram...


Mas não quisestes ver..., então, se preferes sofrer com teu coração fora do peito, deixa-me ir em busca de um outro peito onde eu possa, finalmente, repousar...